A cor da corrupção
Tem o tom cinza
Por tantos descasos
Prefigurados em injustiças
Com quem sobretudo deposita
Sonhos de esperanças
Verdes esmaecidas.
E só Colhe o fracasso
Em Amarelo limão aguado...
O Azul da calmaria
Enfim só se destina àqueles
Que por desejos em zombaria
Riem desbragadamente
Da cegueira Branca que assola a maioria.
Que tropegamente caminha na parada
Do 07 de setembro como data comemorativa.
E viva o Brasil: INDEPENDÊNCIA para os que podem
OU MORTE aos que somente se julgam com falta de sorte...
Andreia Cunha










