Meu ato de escrita
é fugaz e momentâneo.
Delineio a vida
no espontâneo
com o que de mim sai
em raciocínio.
Corrigir é tentar dominar
o instante que cria no aleatório.
Mas ainda assim corrijo
para evitar-me críticas.
Meu maior crítico é
meu EU em pé com palmatória.
Eu apenas obedeço...
Submisso, "confeço"
Andreia Cunha







