Era uma empreitada para muitos tida como absurda, mas ainda assim, alguns homens não ligavam para os comentários e como cientistas dedicavam parte de suas vidas a essa busca.
Muitos desses, não chegaram ao final da jornada, pois a Morte, senhora do Destino, ceifou suas vidas sedentas pelo resultado. Enfim, outros prosseguiram na luta, mesmo que a contragosto dos céticos. Eram diversos equipamentos linguísticos criados que alçavam voos: tais como foguetes, ônibus espaciais e todo o tipo de aparato para encarar a viagem.
A vertente de maior oposição a tais cientistas vivia para outros objetivos como a busca de outros planetas e as descobertas do que lá fora existia. Por isso, a rivalidade em troca de 'elogios', desmerecendo o trabalho dos primeiros:
- Loucos, birutas varridos, sonhantes do além. O de fora é que é a grande empreitada humana.
Assim pensavam.
Ambas as vertentes tiveram seus momentos de glória e ainda os têm. Mas foi a consciência do homem de sua chegada à Terra que possibilitou a criação dessa ciência fundamental a todo e qualquer povo que neste planeta existe.
A ciência do sonho, a ciência do em torno da realidade e da imaginação, do desejo em fantasias e das artes divinas. A ciência também da magia que em tudo combina com a essência do homem.
Qual o seu nome?
A Abstrata enfibratura chamada Literatura.
Andreia Cunha
















